Eu me rebelo quando me enxergo em arte
Eu me sinto quando sinto
Eu vejo quando eu mesma crio
Eu me liberto quando eu desenho e apago as grades
É doce, é amargo, é o que eu escolho
Entre muitas coisas que a vida é, lúdica
Por que logo eu não iria aproveitar essa parte de fantasia
Que quem sabe... não é assim que devemos levar a vida?
Quando me afasto da arte, me afasto das formas mais bonitas da existência
Eu acredito um pouco mais na minha natureza quando transformo tudo em flor.
Quem nem passarinho, que passarinha, que sobrevive e colore as mais cinzas paisagens.
... me deu vontade de ler (de novo) os diários de Carolina Maria de Jesus.

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