Balde de água fria foi te encontrar depois de tantos anos.
O que eu senti? No primeiro momento, um abalo enorme que me deixou sem palavras. Aquele “Oi”, “não sincero” que na verdade quer dizer: “ – Que merda, justo hoje tinha que encontrar você, é sempre assim, só eu sair de casa desarrumada que me aparece alguém, MAS LOGO VOCÊ? E QUE Oizinho mais idiota é esse?” . Mas foi só um “Oi” e o sorriso. A expectativa era comum, que você me respondesse, e respondeu, mas o que realmente me surpreendeu foi que enfim eu pude te observar um pouco mais e senti sua insegurança, porque agora os papéis estão invertidos, você é só o carinha que eu já admirei quando era mais nova “menininha apaixonada”. Mas agora não tem mais essa menininha e junto foi essa admiração. Admirei o que afinal? Fatos incompreensíveis já que nunca te conheci de verdade, já que nunca soube quem você era.
Respondeu-me com um ar de “É ela”, quase podia responder aqueles pensamentos nenhum pouco oculto. Resolvi conversar, mas meu coração não estava disparado como costumava ficar, e finalmente consegui falar com ele assim como falo com os outros. Em cinco minutos de conversa as respostas de anos atrás foram respondidas. Continuei, e olhei nos olhos dele pra conseguir ver mais alguma coisa, e nada, aqueles olhos pra mim era como o de qualquer outra pessoa. Olhei cada movimento que ele fazia, os movimentos mais comuns possíveis. Foi quando finalmente voltei a reparar em mim, indiferente. Tentei reverter a situação e vê-lo como antes, mas não conseguia.
Nesse momento percebi minha maturidade. Quando mais nova sempre esperei muito das pessoas, criava certa ilusão, criava histórias no futuro, imaginava a vida quando me tornasse adulta, e agora que estou perto da tal idade que imaginava ,tudo mudou, conhecemos as pessoas um pouco mais a fundo, aliás, não é questão de conhecer as pessoas, mas sim a nós mesmos. Quando nós nos conhecemos sabemos encarar qualquer pessoa e qualquer situação. E foi isso o que aconteceu, me conheci mais um pouco e esse pouco me fez enxergar que você foi só mais um, só mais um episódio, só mais uma pessoa que veio e foi embora, só mais um capítulo.
O que eu senti? No primeiro momento, um abalo enorme que me deixou sem palavras. Aquele “Oi”, “não sincero” que na verdade quer dizer: “ – Que merda, justo hoje tinha que encontrar você, é sempre assim, só eu sair de casa desarrumada que me aparece alguém, MAS LOGO VOCÊ? E QUE Oizinho mais idiota é esse?” . Mas foi só um “Oi” e o sorriso. A expectativa era comum, que você me respondesse, e respondeu, mas o que realmente me surpreendeu foi que enfim eu pude te observar um pouco mais e senti sua insegurança, porque agora os papéis estão invertidos, você é só o carinha que eu já admirei quando era mais nova “menininha apaixonada”. Mas agora não tem mais essa menininha e junto foi essa admiração. Admirei o que afinal? Fatos incompreensíveis já que nunca te conheci de verdade, já que nunca soube quem você era.
Respondeu-me com um ar de “É ela”, quase podia responder aqueles pensamentos nenhum pouco oculto. Resolvi conversar, mas meu coração não estava disparado como costumava ficar, e finalmente consegui falar com ele assim como falo com os outros. Em cinco minutos de conversa as respostas de anos atrás foram respondidas. Continuei, e olhei nos olhos dele pra conseguir ver mais alguma coisa, e nada, aqueles olhos pra mim era como o de qualquer outra pessoa. Olhei cada movimento que ele fazia, os movimentos mais comuns possíveis. Foi quando finalmente voltei a reparar em mim, indiferente. Tentei reverter a situação e vê-lo como antes, mas não conseguia.
Nesse momento percebi minha maturidade. Quando mais nova sempre esperei muito das pessoas, criava certa ilusão, criava histórias no futuro, imaginava a vida quando me tornasse adulta, e agora que estou perto da tal idade que imaginava ,tudo mudou, conhecemos as pessoas um pouco mais a fundo, aliás, não é questão de conhecer as pessoas, mas sim a nós mesmos. Quando nós nos conhecemos sabemos encarar qualquer pessoa e qualquer situação. E foi isso o que aconteceu, me conheci mais um pouco e esse pouco me fez enxergar que você foi só mais um, só mais um episódio, só mais uma pessoa que veio e foi embora, só mais um capítulo.

WOW! Que lindo. Quem nunca tomou conclusões precipitadas por tais pessoas por imaginar coisas que nunca aconteceram, que queria que acontecessem, ou que até não queria que aquilo acontecessem, mas imaginou, por ansiedade, talvez? Eu me vi neste texto. E sinceramente, odeio o fato de as vezes imaginar coisas que ainda não aconteceram. Odeio mais ainda quando imagino um certo "desejo", ou algo do tipo, pois sei que nunca acontecerá, não do jeito que imaginei. Odeio as vezes não conseguir controlar essas tais imaginações. Odeio ansiedade, ou seja lá oque for. Eu quero apenas deixar as coisas fluir, como realmente devem ser. Não quero pensar, não quero fazer planos, não quero criar expectativas. Quero apenas que os dias passem, e fluam do jeito mais suave possível.
ResponderExcluirAnnablue
Minha dica é sempre planejar sobre VOCÊ. Quanto as pessoas a nossa volta eu aprendi que temos que deixá-las, por mais que possa doer, quando vc está em paz, chama energia positiva e as pessoas certas irão se aproximar ...
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